Instalação nas províncias
Instalamos fora de Luanda. A equipa vai ter consigo.
A plataforma funciona em todo o país desde o primeiro dia. O que exige planeamento é pôr a equipa de campo na província — e é sobre isso que esta página é honesta:quanto tempo demora, o que faz subir a conta e como se orçamenta.
01 — Como funciona
O que se paga não é o quilómetro. É o tempo da equipa.
É a parte que quase toda a gente calcula mal. Uma ida ao Huambo para montar cinco viaturas custa quase o mesmo que uma ida ao Huambo para montar trinta — porque o que pesa não é a distância, é o número de dias que a equipa fica fora.
Em Luanda, um técnico monta cerca de 7 viaturas por dia e dorme em casa. Numa província a oito horas de estrada, gasta um dia a ir, um a voltar, e só o do meio é produtivo. São dois dias de trabalho que a frota tem de absorver.
A conclusão prática é simples e joga a favor de quem tem frota: quanto mais viaturas no mesmo local, mais barato fica por viatura. Com uma frota concentrada, a deslocação dilui-se e o valor aproxima-se do de Luanda.
02 — Onde vamos
Províncias servidas por estrada a partir de Luanda
Os tempos são de viagem real, das carreiras interprovinciais — não de mapa. A estrada em Angola varia com a época do ano, e por isso são intervalos.
| Província | Cidade | Estrada | Contexto |
|---|---|---|---|
| Kwanza Norte | Ndalatando | 3 a 4 h | O mais perto. Ida e volta cabem num dia longo |
| Kwanza Sul | Sumbe | 4 a 5 h | Corredor da costa, a caminho de Benguela |
| Malanje | Malanje | 5 a 6 h | Agricultura e transporte de carga |
| Uíge | Uíge | 5 a 6 h | Café e madeira, frotas de recolha |
| Benguela | Benguela | 7 a 12 h | Porto e Corredor do Lobito |
| Benguela | Lobito | 7 a 12 h | Porto, logística e distribuição |
| Huambo | Huambo | 8 a 12 h | Planalto central, agricultura e caminho-de-ferro |
| Bié | Kuito | 10 a 14 h | Interior, distâncias longas entre pontos |
| Huíla | Lubango | 14 a 18 h | Agro-pecuária e transporte de longo curso |
| Namibe | Moçâmedes | 16 a 20 h | Porto, pesca e mineração |
| Cunene | Ondjiva | 18 a 22 h | Fronteira sul, transporte transfronteiriço |
Cabinda não tem ligação por estrada ao resto do país: a deslocação faz-se por via aérea e orçamenta-se à parte. As restantes províncias não listadas fazem-se também — pergunte.
03 — O que entra na conta
Quatro coisas, e dizemos as quatro antes
- A viagem da equipa — ida e volta, por técnico. Numa frota grande vai mais do que um técnico, e o trabalho faz-se em menos dias.
- Os dias fora — alojamento e alimentação enquanto o trabalho durar. É esta parcela, e não o bilhete, que decide o total.
- Os locais e os dias — se as viaturas estiverem em municípios diferentes, acresce 15 000 Kz por cada dia e local adicional, como acontece em Luanda.
- Os aparelhos e a plataforma — esses custam o mesmo em todo o país. Os valores estão publicados em preços e não mudam por a viatura estar no Lubango.
Tudo isto sai numa proposta escrita, com o total antes de qualquer compromisso. Osimulador calcula a parte dos aparelhos e da plataforma; a deslocação acrescentamo-la nós, à mão, depois de sabermos onde e quantas.
04 — A plataforma
Essa não precisa que ninguém se desloque.
Vale a pena separar as duas coisas, porque só uma delas depende de geografia. Aplataforma de gestão de frota funciona em todo o país no momento em que o aparelho comunica: mapa ao vivo, relatórios, geocercas, alertas e bloqueio remoto — tudo igual, esteja a viatura em Luanda ou em Ondjiva.
O que a limita não é a província: é a cobertura de rede móvel no sítio onde a viatura anda. Onde não há rede, o aparelho guarda as posições e envia-as quando reencontrar sinal — e esses períodos aparecem num relatório próprio, em vez de desaparecerem sem explicação. Num país com as distâncias de Angola, isso não é detalhe.
Se a sua frota faz longo curso entre províncias, é precisamente aí que a plataforma rende mais: é a única forma de saber onde está uma viatura que ninguém vê há oito horas.
05 — Perguntas frequentes
O que nos perguntam de fora de Luanda
Instalam fora de Luanda?
Instalamos, mediante orçamento. A equipa é de Luanda e desloca-se; o que muda de província para província é o tempo de estrada e o número de dias que a deslocação consome. Diga-nos onde estão as viaturas e quantas são, e devolvemos o valor por escrito.
Porque é que não há um preço fixo por província?
Porque o custo não depende da província: depende de quantas viaturas estão no mesmo sítio. Uma ida ao Huambo para montar cinco viaturas custa quase o mesmo que para montar trinta — o que se paga é a deslocação da equipa, não o quilómetro. Por isso o valor sai por orçamento, e é quase sempre mais barato do que as pessoas esperam quando há viaturas suficientes.
Quantas viaturas justificam uma deslocação?
Não há um número mágico, mas a lógica é simples: em Luanda um técnico monta cerca de 7 viaturas por dia. Numa província a oito horas de estrada, gasta um dia a ir e outro a voltar. Se houver poucas viaturas, esses dois dias pesam muito no total; com uma frota concentrada, diluem-se. Pergunte-nos com o seu número concreto.
E se as viaturas estiverem espalhadas por vários municípios?
Aí conta cada local e cada dia, tal como em Luanda: acresce 15 000 Kz por cada dia e local adicional. A diferença é que numa província a distância entre municípios costuma ser maior, e isso entra na conta. Dizemos o valor antes, nunca depois.
A plataforma funciona em todo o país?
Funciona. A plataforma é a mesma esteja a viatura em Luanda ou no Cunene — o que a limita não é a província, é a cobertura de rede móvel no sítio onde a viatura anda. Onde não há rede, o aparelho guarda as posições e envia quando reencontra sinal, e esses períodos aparecem num relatório próprio em vez de serem escondidos.
E Cabinda?
Cabinda não tem ligação por estrada ao resto do país, por isso a deslocação faz-se por via aérea e o orçamento é diferente. Continua a ser possível — só pede mais planeamento e um número de viaturas que o justifique.
Podemos comprar os aparelhos e instalar nós?
Podemos falar sobre isso, mas com uma ressalva honesta: a garantia de 12 meses depende de o aparelho ter sido instalado por nós. Não é burocracia — a maior parte das avarias que vemos vem da ligação eléctrica, e não conseguimos responder por uma ligação que não fizemos.
Diga-nos onde estão as viaturas e quantas são.
Com esses dois dados devolvemos o valor da deslocação por escrito, junto com o dos aparelhos e da plataforma. Sem compromisso e sem surpresas no fim.