Entra com um link, não com uma senha
Escreve o email e recebe um link de entrada. Num telemóvel, onde escrever uma senha longa é um castigo, isto muda a experiência por inteiro — e não há senha para esquecer nem para partilhar.
No telemóvel
Quem gere uma frota em Angola não está sentado a um computador. Está no armazém, na obra, a caminho de um cliente — e é aí que precisa de saber onde está a viatura, não quando voltar ao escritório.
A plataforma abre no telemóvel com o mesmo mapa, a mesma lista da frota e os mesmos alertas. Não é uma versão reduzida com metade das coisas.
01 — Como funciona
Escreve o email e recebe um link de entrada. Num telemóvel, onde escrever uma senha longa é um castigo, isto muda a experiência por inteiro — e não há senha para esquecer nem para partilhar.
Setas com rumo, cone de direcção, rasto, zonas desenhadas e o cartão da viatura com velocidade, ignição, odómetro e onde está. Nada foi cortado para caber no ecrã.
O comando existe no telemóvel, e continua a pedir confirmação escrita e a ficar registado com o nome de quem o mandou. A conveniência não baixa a fasquia de uma acção crítica.
03 — Perguntas frequentes
Abre no browser do telemóvel, no endereço da sua empresa. Não há nada para instalar nem actualizar, e funciona em Android e iPhone.
O mapa é o que pesa, como em qualquer mapa. A lista da frota e os alertas são texto e praticamente não contam.
Deve ter. Os utilizadores são ilimitados, e uma conta por pessoa é o que permite saber quem mandou cortar um motor — que é precisamente o que uma conta partilhada torna impossível.
Peça a proposta, instale, e no primeiro mês — grátis — veja se a sua equipa a usa de facto fora do escritório.
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