Conformidade
Uma resposta escrita
Quando o regulador ou a auditoria perguntar onde estão os dados, a resposta é um contrato com a localização dos servidores — não uma declaração de boas intenções.
Plataforma soberana
A mesma plataforma que usamos todos os dias, instalada em servidores em território angolano, sob a sua responsabilidade. Posições, históricos, moradas e dados dos condutores ficam dentro do país — e consegue prová-lo a quem lho perguntar.
01 — O conceito
Na versão normal, a GTRAX corre nos nossos servidores e paga-se uma subscrição por viatura. É simples, e é o que serve à esmagadora maioria das frotas — está tudo empreços.
Na versão soberana, a plataforma é instalada em servidores em Angola, dedicados a si. Compra a licença uma vez e passa a ter o sistema: nós instalamos, formamos a sua equipa e mantemos o software actualizado.
A diferença não é de funcionalidades. É de onde os dados vivem e de quem responde por eles.
Subscrição normal
Paga por viatura/mês. Nós tratamos de tudo. Os dados estão fora do país.
Soberana
Compra a licença. Os dados nunca saem do território nacional, e isso é auditável.
02 — Para quem é
Directamente, porque poupa tempo aos dois lados: a soberana custa mais no primeiro ano do que a subscrição normal. Quem a escolhe, escolhe-a por uma razão que não é o preço.
03 — Vantagens
Conformidade
Quando o regulador ou a auditoria perguntar onde estão os dados, a resposta é um contrato com a localização dos servidores — não uma declaração de boas intenções.
Custo
A partir do segundo ano paga manutenção e servidores. Numa frota de 300 viaturas, isso é cerca de um terço do que pagaria em subscrição.
Latência
O mapa e os relatórios respondem a partir de Angola. Numa frota grande, com muitos utilizadores em simultâneo, nota-se.
Integração
Ligar ao ERP, ao sistema de combustível ou ao de manutenção deixa de depender de nós abrirmos uma porta. A informação está do seu lado.
Continuidade
A licença é perpétua. Se um dia deixarmos de existir, o sistema continua a correr — é a pergunta que qualquer director de sistemas faz, e é legítima.
Marca
Logótipo, cores e domínio próprios, incluídos. Com o servidor comercial opcional, também o site público em tráfego nacional.
04 — Lado a lado
| Subscrição normal | Soberana | |
|---|---|---|
| Mapa, relatórios, alertas, geocercas | Tudo | Tudo, igual |
| Aplicação nas lojas (App Store, Play) | Sim | Não — ver abaixo |
| Aplicação fora das lojas | Não se aplica | Sob orçamento |
| Bloqueio remoto do motor | Sim | Sim |
| Marca branca | Sim | Sim |
| Onde ficam os dados | Fora de Angola | Em Angola |
| Quem gere os servidores | Nós | Nós, ou o cliente |
| Acesso directo à base de dados | Não | Sim |
| Assistente de IA e leitura de documentos | Sim | Não, salvo servidor com GPU |
| Como se paga | Por viatura/mês | Licença + manutenção + servidores |
| Primeiro mês grátis | Sim | Não se aplica |
Porque é que a assistente de IA não vai. Ela funciona enviando dados da frota a um modelo de linguagem que corre fora do país. Numa instalação que existe precisamente para os dados não saírem, mantê-la seria contradizer a promessa. Fica disponível se contratar um servidor com placa gráfica dedicada — orçamentado à parte.
05 — Tempo de entrega
Cerca de duas semanas de calendário. O prazo conta a partir do momento em que os servidores estão contratados; se já tiver infra-estrutura própria, os três primeiros dias desaparecem.
Contratação e preparação das máquinas em Angola: sistema operativo, segurança de base, certificados e domínios. Ao fim destes três dias as máquinas estão de pé e fechadas ao exterior.
Instalação do motor GPS e da plataforma, e importação do mapa de Angola e do serviço de moradas. É esta importação que faz o endereço aparecer no ecrã sem perguntar a ninguém fora do país.
Os aparelhos passam a apontar para o novo servidor, em lotes, sem recolher viatura nenhuma à oficina. O histórico que já tiver é migrado no mesmo dia.
Formação presencial da equipa de operação e da equipa técnica, com os seus dados e não com uma demonstração genérica. Acompanhamento nos primeiros dias em produção.
Pode alargar o prazo: um histórico muito grande para migrar, frota dispersa por várias províncias, ou integrações com sistemas do cliente. Qualquer um destes casos é dito na proposta, com a data revista — nunca depois.
06 — Investimento
Não apresentamos um número único, porque as quatro têm naturezas diferentes e decide sobre cada uma:
Uma vez
Direito de correr a plataforma, para sempre, até ao número de viaturas contratado.
Uma vez
Montagem dos servidores, migração do histórico e formação da sua equipa.
Por ano
Correcções de segurança, novas versões e apoio. É o que mantém o sistema vivo.
Por mês
Infra-estrutura em Angola. Se preferir contratar directamente, esta parcela sai.
O valor de cada uma depende do número de viaturas. Peça a simulação e recebe-a por escrito, com as quatro linhas discriminadas.
07 — Perguntas frequentes
De três maneiras. Primeira: a gama de IP do servidor identifica publicamente o país — qualquer consulta de registo o mostra, sem depender da nossa palavra. Segunda: o contrato dos servidores identifica a localização. Terceira: o acesso à máquina é seu, e pode auditá-la quando quiser. É essa a diferença entre ter os dados e confiar que alguém os tem bem guardados.
É uma preocupação legítima: um IP público conhecido é um alvo. Por isso o servidor pode ficar atrás do ZonProxy, o serviço de proxy soberano da DCSC Tecnologias — a mesma casa que faz a GTRAX. Ele absorve o tráfego e não deixa o endereço de origem à vista. Nesse caso a prova da localização deixa de ser pública e passa a ser contratual e auditável: continua a existir, muda a forma de a mostrar.
Pode. Instalamos na sua infra-estrutura e a parcela mensal de servidores desaparece. Nesse caso a manutenção do sistema operativo e das cópias de segurança passa a ser vossa, e isso fica escrito na proposta.
É. Não caduca nem depende de nós continuarmos a existir. O que é anual é a manutenção — e sem ela o sistema continua a correr, apenas deixa de receber correcções de segurança e versões novas. Não recomendamos, mas a decisão é sua.
Nove dias úteis da adjudicação à produção: três para os servidores, três para a plataforma e os mapas, um para os aparelhos e o histórico, dois para a formação. Se já tiver infra-estrutura própria, os três primeiros dias desaparecem.
Sim. As licenças vendem-se em blocos de viaturas, e acrescentar um bloco é uma adenda ao contrato. Se o crescimento exigir mais servidor, dizemo-lo antes e não depois.
Nas lojas, não. Uma aplicação publicada na App Store ou na Play Store tem de cumprir as regras da Apple e da Google, e essas regras incluem a notificação push passar pelos servidores deles — o que contraria a razão de ser desta instalação. Não é escolha nossa: é o que essas lojas exigem a quem lá publica. O que fazemos, sob orçamento, é uma aplicação distribuída fora das lojas, instalada directamente nos telemóveis da sua equipa e a falar só com o seu servidor em Angola. Pode ficar acessível de qualquer parte do mundo, ou ser limitada a funcionar apenas em território angolano — a decisão é sua e fica escrita no contrato.
Exactamente os mesmos, com a mesma configuração: 10 segundos em andamento, 30 parado, e transmissão a cada mudança de direcção. O que muda é para onde eles enviam.
Na maioria dos casos sim — a plataforma fala os protocolos mais comuns do mercado. Diga-nos os modelos e confirmamos antes de qualquer compromisso.
Ela funciona enviando dados da frota a um modelo de linguagem que corre fora do país. Numa instalação que existe precisamente para os dados não saírem, mantê-la seria contradizer a promessa. Fica disponível se contratar um servidor com placa gráfica dedicada, orçamentado à parte.
Diga-nos quantas viaturas tem e qual é a exigência que o trouxe aqui. Se a soberana não for o melhor caminho para si, dizemos — uma instalação que não se justifica acaba mal para os dois lados.
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